
Em 1948 Joseph Campbell observou que nas “ sociedades progressistas” cada vestígio da antiga herança de rituais, moralidade e arte estava em plena decadência. Hoje, a decadência exteriores avançou algumas décadas , mas, curiosamente,há uma nova esperança, pois a decadência nos obriga a ficar alertas e consciente de nossas ações e a buscar novas fontes e recursos para nossa vida. As pessoas não suportam mais a aridez espiritual e a falta de sentido de viver tanto tempo superficialmente mesmo de forma bem sucedida.
O problema é que as linhas de comunicação entre as dimensões do consciente e do consciente na psique humana têm sofrido uma dura erosão devido á nossa concentração nas realidades exteriores e superficial e á negação dos mundos interiores mas profundos. Quem mais sofreu com tudo isso foi a alma: ou foi abandonada como algo inexistente ou considerada tão efêmera a ponto de não merecer atenção. Na pior das hipóteses, como um deposito de lixo, foi entulhado com toda a sorte de projeções que não encontram outra vazão.
Embora hoje as pontes entre as realidades oferecidas pelas grandes religiões possam estar em mau estado de conservação, essas doutrinas religiosas também se fecundam entre si numa nova conjunção sagrada das almas de cada fé. Enquanto os deuses e guias do Oriente Ocidente, do norte e do Sul tornam-se disponível para todos nos, e entre si, isso cria muitas novas conexões fascinantes com o plano do espirito. Antena e mulher aranha se encontram e trocam ideias. Isis e Sofia, o principio feminino da sabedoria, tração sua linhagem comum. Juntos, apolo e Krishna fazem dueto de lira e flauta. Oya, a deusa selvagem da Africa, troca informações sobre plantas com a grega Deméter e historia de triunfos com Durga, da Índia.
A crescente ameaça de desastre ecológico milagrosamente provou uma renovada avaliação da natureza, dos plantas e dos animais, e do fascinante mistério do movimento do sol, da lua e das estrelas. Assim como ocorria na Antiguidade essa avaliação arrebatadora enriquece nosso conhecimento e fornece a estrutura para novas pontes de comunicação e comunhão com a natureza Com isso esta havendo um fervoroso renascer do interesse pela realidades arquetípicas, sem o que não se pode ter uma verdadeira compreensão da natureza e da pratica do mito, pois os arquétipos são habitante do mundo do mito e das grandes lendas. Talvez sejam os criadores desse mundo. Aprender a se tornar um “co-criador” com um ou muitos arquétipos significa aprender a construir pontes para os níveis da fonte, da alma e da vida.
Procurar e testar esses padrões de parceria dos lugares onde os encontramos encravados e encarnados nas grandes lendas da humanidade, esperando para introduzir mudanças evolutivas em nossa vida, é a essência do trabalho, pois utilizamos o mito e a lenda como base e para fornecer diretrizes, também se torna um “jogo de perigos mortais”, como nos lembra Robert Frost, “por amor céu e ao futuro”.
O problema é que as linhas de comunicação entre as dimensões do consciente e do consciente na psique humana têm sofrido uma dura erosão devido á nossa concentração nas realidades exteriores e superficial e á negação dos mundos interiores mas profundos. Quem mais sofreu com tudo isso foi a alma: ou foi abandonada como algo inexistente ou considerada tão efêmera a ponto de não merecer atenção. Na pior das hipóteses, como um deposito de lixo, foi entulhado com toda a sorte de projeções que não encontram outra vazão.
Embora hoje as pontes entre as realidades oferecidas pelas grandes religiões possam estar em mau estado de conservação, essas doutrinas religiosas também se fecundam entre si numa nova conjunção sagrada das almas de cada fé. Enquanto os deuses e guias do Oriente Ocidente, do norte e do Sul tornam-se disponível para todos nos, e entre si, isso cria muitas novas conexões fascinantes com o plano do espirito. Antena e mulher aranha se encontram e trocam ideias. Isis e Sofia, o principio feminino da sabedoria, tração sua linhagem comum. Juntos, apolo e Krishna fazem dueto de lira e flauta. Oya, a deusa selvagem da Africa, troca informações sobre plantas com a grega Deméter e historia de triunfos com Durga, da Índia.
A crescente ameaça de desastre ecológico milagrosamente provou uma renovada avaliação da natureza, dos plantas e dos animais, e do fascinante mistério do movimento do sol, da lua e das estrelas. Assim como ocorria na Antiguidade essa avaliação arrebatadora enriquece nosso conhecimento e fornece a estrutura para novas pontes de comunicação e comunhão com a natureza Com isso esta havendo um fervoroso renascer do interesse pela realidades arquetípicas, sem o que não se pode ter uma verdadeira compreensão da natureza e da pratica do mito, pois os arquétipos são habitante do mundo do mito e das grandes lendas. Talvez sejam os criadores desse mundo. Aprender a se tornar um “co-criador” com um ou muitos arquétipos significa aprender a construir pontes para os níveis da fonte, da alma e da vida.
Procurar e testar esses padrões de parceria dos lugares onde os encontramos encravados e encarnados nas grandes lendas da humanidade, esperando para introduzir mudanças evolutivas em nossa vida, é a essência do trabalho, pois utilizamos o mito e a lenda como base e para fornecer diretrizes, também se torna um “jogo de perigos mortais”, como nos lembra Robert Frost, “por amor céu e ao futuro”.
(Do Livro I.O. A Paixão de duas Almas! )


